JÁ FUI BOA INFLUÊNCIA EM TUA VIDA
TE FAZENDO SER AO MENOS ANSIOSA
MOSTREI MINHA INDULGÊNCIA TODA PROSA
E TU SEMPRE DE GUARDA, NÃO RENDIDA
DE REPENTE NÃO ACHAMOS MAIS SAÍDA
ME DISSESTE: NÃO CABÍAMOS NESTE TEMPO
PELEJEI PARA ESTENDER ESSE MOMENTO
VI SANGRANDO TUA ETERNA COMOÇÃO
PERCEBI NOSSO MUNDO ALÍ NO CHÃO
QUASE MORTO, ESPERANDO UM PASSAMENTO.
14 de mar. de 2012
7 de mar. de 2012
Por enquanto, enquanto durmo pelo chão
Parece vontade meu mundo
Não mais representação!
Vez em quando, quando torno do além-mundo
Tudo me parece em vão
E nada mais absurdo!
Também se creio que meu tempo arde
O saber de um tal Cronos me invade
Deixando-me como besta arredia.
Transformando-me em coisa vadia.
Percebi que precisava de um mote
Pra entender o porquê de minha sorte:
Que eu era menos, mas mais valia...
Que eu era menos demais, mas valia...
Parece vontade meu mundo
Não mais representação!
Vez em quando, quando torno do além-mundo
Tudo me parece em vão
E nada mais absurdo!
Também se creio que meu tempo arde
O saber de um tal Cronos me invade
Deixando-me como besta arredia.
Transformando-me em coisa vadia.
Percebi que precisava de um mote
Pra entender o porquê de minha sorte:
Que eu era menos, mas mais valia...
Que eu era menos demais, mas valia...
9 de fev. de 2012
Espelho I
Viajo em desenhos técnicos
E em filosofias quânticas.
Pensava eu, que deveria medir meus atos e descasos
Com uma precisão milionésima.
Gosto de astronomia e de futebol,
E sempre achei mais fácil bater em gol
Do que em meus amigos.
Queria entender mais de matemática
E menos de poesia,
Talvez assim tivesse algum dinheiro e fosse mais amado.
Quanto à música...?
Ah, essa seria como deve,
Sem dever nada a ninguém.
Espelho II
Viajo em desenhos abstratos
E em física mecânica.
Pensava eu, que deveria medir meus passos e tratados
Com uma precisão milimétrica.
Gosto de gastronomia e de kung fu,
E sempre achei mais fácil bater num saco
Do que em meus problemas.
Queria entender mais de metafísica
E menos de ser besta,
Talvez assim tivesse algum conceito e fosse mais ligado.
Quanto à música...?
Ah, essa seria como pode,
Sem poder nada a ninguém.
Viajo em desenhos técnicos
E em filosofias quânticas.
Pensava eu, que deveria medir meus atos e descasos
Com uma precisão milionésima.
Gosto de astronomia e de futebol,
E sempre achei mais fácil bater em gol
Do que em meus amigos.
Queria entender mais de matemática
E menos de poesia,
Talvez assim tivesse algum dinheiro e fosse mais amado.
Quanto à música...?
Ah, essa seria como deve,
Sem dever nada a ninguém.
Espelho II
Viajo em desenhos abstratos
E em física mecânica.
Pensava eu, que deveria medir meus passos e tratados
Com uma precisão milimétrica.
Gosto de gastronomia e de kung fu,
E sempre achei mais fácil bater num saco
Do que em meus problemas.
Queria entender mais de metafísica
E menos de ser besta,
Talvez assim tivesse algum conceito e fosse mais ligado.
Quanto à música...?
Ah, essa seria como pode,
Sem poder nada a ninguém.
...
30 de jan. de 2012
É irritante quando criamos algum sentimento angustiante
de ojeriza em torno de um ambiente específico.
Principalmente quando sabemos
e cremos que antes, ali, adorávamos habitar.
Sei que é suportável a sensação de embrulho estomacal,
mas sei também que é mais saudável não tê-la consigo.
O pior de tudo, numa intriga como esta,
não é ficar de mal do lugar,
é que nunca se sabe bem como fazer as pazes.
de ojeriza em torno de um ambiente específico.
Principalmente quando sabemos
e cremos que antes, ali, adorávamos habitar.
Sei que é suportável a sensação de embrulho estomacal,
mas sei também que é mais saudável não tê-la consigo.
O pior de tudo, numa intriga como esta,
não é ficar de mal do lugar,
é que nunca se sabe bem como fazer as pazes.
6 de jan. de 2012
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