Tive sonhos violentos:
Era briga de cachorro;
Acordei nos aposentos:
meio-vivo-meio-morro.
Chorei dormindo e confesso
que mesmo morto ia chorar;
E acordei fazendo versos
borbulhando em meu bilhar...
Sonhei e choro como os cães,
aceito as lágrimas das mães;
azeito a onírica madrugada
e não consigo escrever (mais) nada!